Lições de Vida

Fátima Aranda

58 anos

Como fazia todos os anos, em outubro de 2009 fui fazer a mamografia de rotina, e qual não foi a surpresa ao receber o resultado: microcalcificações. Levei ao mastologista que diante de um resultado: Birads 4 c  Lesão suspeita,  solicitou a biopsia. O peso que carrega essa palavra já nos provoca um medo incontrolável. Foram longos 15 dias à espera do resultado. Tempo em que a vida pára e a alegria desaparece por completo.Precisamente no dia 2 de dezembro de 2009 o laudo foi liberado, e nele apresentava-se o resultado de um carcinoma ductal infiltrativo.  Olhei ao meu redor e tudo desapareceu: a sala, as pessoas e o chão. Não conseguia acreditar e assimilar tal resultado em minha mente. E como todos, me perguntava por quê comigo?  Tinha um estilo de vida saudável , alimentação adequada e exercícios físicos. Descobrir tal diagnóstico próximo ao natal, foi mais agravante aumentando muito o medo que sentia.

 

Pensei em realizar a cirurgia, mas o final de ano se aproximava e queria atravessar o ano. Tive um natal e ano novo bem mal sem qualquer felicidade, e somente tinha um pouco de paz ao dormir quando então tudo era esquecido. Mas o primeiro pensamento ao acordar era de que tinha essa condição dentro de mim, e não sabia ainda se a doença estava restrita ao local de origem. Realizei os exames pré operatórios ainda em dezembro, queria ter a certeza de que a doença ainda não havia apresentado metástases para outros órgãos, estava bastante fragilizada. Um dia antes de realizá-los chorei muito,foi nesse momento que descobri a música como companheira, hábito que cultivo até hoje. Pois bem, no dia 8 de janeiro de 2010 fui para a cirurgia abalada e pronta para tudo ou nada, por que só se sabe de fato a dimensão do dano causado ao se realizar a cirurgia.

 

Começa aí a segunda etapa da luta, radioterapia e hormonioterapia e a preocupação do não retorno da doença nos exames de controle após 6 meses. Mas tudo ainda estava nebuloso, ainda iria passar por complicações. Ao realizar a mamografia após 6 meses de cirurgia, a mama contralateral apresentou uma lesão a elucidar, e foi necessário realizar uma ressonância magnética,  esta não apresentou lesão grave, mas o estresse se agravou. 


Hoje tento levar uma vida normal, embora ainda haja um misto de revolta, continuo fazendo exercícios físicos, alimentação saudável, procuro não me preocupar muito com os problemas, embora ás vezes eles me tirem do sério. 
Jamais imaginamos ter essa doença , mas como ela vem sorrateiramente, vamos procurando derrotá-la como numa guerra, fortalecendo nosso organismo, nossa mente e nosso corpo, sem no entanto descuidar dos cuidados médicos. Temos que acreditar firmemente que ela não mais voltará. Espero que meu relato possa ajudar aquelas que estão passando pelo que eu passei e, tenha contribuido para reacender a esperança em todos os corações. 


Lutar e Lutar!!!! Incansavelmente rumo a uma vitória certa. 

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